sexta-feira, 31 de julho de 2015

Gelataria Amorino

Gelataria Amorino


Ña nossa passagem por Lisboa e depois de um "almoço" na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau (ver artigo aqui) decidimos ingerir mais umas calorias na famosa Gelataria Amorino, também ela localizada na Rua Augusta.

Fachada da Amorino na Rua Augusta

Em primeiro lugar somos tentados a entrar pela bela decoração, com as paredes em pedra, em tons castanhos e com vários elementos decorativos a lembrar a romântica Itália, assim como com vários cupidos espalhados por todo o espaço.

Elementos Decorativos

A Gelataria Amorino foi criada por dois amigos de infância, Paolo Benassi e Cristiano Sereno, e actualmente já possuem lojas em cerca de 14 países.
A famosa gelataria é conhecida por ser especializada em gelados artesanais, que são produzidos em França e exportados para o resto do mundo. 
Vários são os produtos que aqui pudemos encontrar, nomeadamente macarons de gelados, crepes, frappés, bebidas quentes, granizados e os mais famosos sorvetes. Estes últimos são bastante famosos, acima de tudo por terem uma maior percentagem de fruta, serem constituídos por ovos biológicos e leite fresco e não terem corantes.

Espaço Interior
E não é só pelo sabor que a Amorino é conhecida, mas também por fazer de um gelado uma verdadeira obra de arte, ao transformar o mesmo numa flor que poderá ter uma pétala de cada cor, consoante os sabores por nós escolhidos.
Um conselho que dou a quem visitar a Amorino é a experimentar o sabor de lima-verde e mangericão de Génova, que é absolutamente maravilhoso.

Adicionar legenda



Se estiver por Lisboa não deixe de visitar este espaço e prove um dos maravilhosos produtos que eles têm para oferecer. Garanto que não se irão arrepender.

Espero que tenham gostado e se tenham deliciado.

:)

sábado, 25 de julho de 2015

Roteiro de 3 dias por Lisboa - 1º dia

Roteiro de 3 dias por Lisboa - 1º dia

Quando engravidei sabia que quando o meu marido tivesse férias seria impossível irmos para algum sítio muito distante ou até fazer as férias que até então estávamos habituados. Mas sabíamos também que não iríamos ficar em casa ( apesar da nossa menina ter apenas um mês). Assim decidimos passar uns dias em Lisboa e rever os sítios incríveis que a cidade tem para oferecer. 

Decidimos comprar de antemão o LisboaCard para nos facilitar a vida (e facilitou). Para quem não sabe este é um cartão que permite circular gratuitamente nos transportes da carris (autocarros, eléctricos e elevadores), no metro, permite também a entrada gratuita em 25 museus, monumentos e outros locais e ainda oferece descontos entre os 10 e os 50% em determinados locais e serviços de interesse turístico.

Os nossos dias foram bastante bons, apesar de todos os contratempos (o que torna a viagem única, né). A primeira peripécia foi para encontrar o hotel. Ficámos instalados no Real Parque Hotel, na Av. Luís Bívar (posteriormente farei post), mas para quem não conhece as ruas de Lisboa, conduzir ali torna-se surreal. Andámos quase uma hora perdidos em busca do local.


1º dia
Mas as peripécias não se ficaram por aqui, pois logo no nosso primeiro dia e para nosso azar era a greve do metro, o que significa que os restantes transportes públicos estavam inundados de gente. Ora era impensável entrar dentro de um autocarro com o carrinho de bebé da menina, o que fez com que tivéssemos que fazer o nosso primeiro dia todo a pé, com um calor abrasador. Mas nada nos iria impedir de prosseguir.
O dia iniciou-se na Praça dos Restauradores (depois de descermos a Avenida da Liberdade toda a pé), mais propriamente no Palácio da Foz, para levantar o nosso LisboaCard e assim pudermos começar a descobrir a nossa capital.
A Praça dos Restauradores é uma das praças mais movimentadas de Lisboa. É facilmente reconhecida pelo fantástico obelisco e escultura que comemoram a Restauração da Independência de Portugal, em 1640. Nos lados do obelisco pudemos observar várias inscrições que nada mais são que os nomes e as datas das batalhas da Guerra da Restauração.

Obelisco da Praça dos Restauradores

É também desta bonita praça que parte o Elevador da Glória, em direcção ao Bairro Alto e foi para aí que decidimos ir logo depois de termos o nosso LisboaCard. Este é um dos poucos elevadores que restam em Lisboa, estando a funcionar para o público desde 24 de Outubro de 1885 e oferece uma viagem de cerca de 265 metros, que é feita por dois compartimentos que transportam turistas e locais numa viagem rápida mas única.
Apesar da viagem ser bem pequena, vale mesmo muito a pena, o único senão para nós e para quem tem filhos é conseguir subir com o carrinho para o elevador e acomodar a tralha toda que se leva, pois o elevador vai sobrelotado.

Elevador da Glória

Passado dois minutos chegámos à entrada do Bairro Alto, um antigo bairro da cidade, sendo a região mais conhecida da noite lisboeta, por ser uma zona cheia de bares e restaurante. 

Largo de Camões

Assim que saímos do elevador da Glória, encontrámos o Jardim e Miradouro São Pedro de Alcântara, que nos oferece vistas incríveis sobre a cidade, em especial para o Castelo de São Jorge e para o Bairro da Graça, mas não só a paisagem é motivo de interesse, pois o próprio jardim é especial, sendo constituído por dois socalcos bem distintos.


Jardim de São Pedro de Alcântara

Ao longo do nosso passeio pelo Bairro Alto encontrámos a bonita Igreja de São Roque, mandada edificar no final do séc. XVI e que pertenceu à Companhia de Jesus. Esta foi uma das primeiras igrejas jesuítas em todo o mundo. Foi dos poucos edifícios da cidade que não foram destruídos aquando do terramoto de 1755 e é uma igreja grandiosa, composta por várias capelas absolutamente maravilhosas (fez-me lembrar as várias igrejas fantásticas que vi em Roma - pode ver o artigo sobre as mesmas aqui).

Fachada da Igreja de São Roque
Nave Central da Igreja de São Roque

Depois de passear pelas ruas em calçada do Bairro Alto chegámos ao seu bairro vizinho, o Chiado, um dos bairros mais emblemáticos de Lisboa.

Estátua do poeta António Ribeiro, o "Chiado"

Aqui, várias foram as atracções que vimos, tendo começado com a Igreja da Nossa Senhora do Loreto, localizada no Largo do Chiado. Esta tem origem no início do século XIII mas a edificação actual data do século XVIII e é dedicada a Nossa Senhora do Loreto, devoção que foi trazida para Portugal pelos mercadores Venezianos e Genoveses que se instalaram na região. Daí ser também conhecida como a Igreja dos Italianos.

Igreja Nossa Senhora do Loreto

Localizada em frente à Igreja da Nossa Senhora do Loreto, temos a Igreja da Nossa Senhora da Encarnação que foi inaugurada em 1708, tendo sido construída a mando da Condessa de Pontével, D. Elvira de Vilhena. Para a sua construção foi necessário destruir parte da Muralha Ferdinanda do séc. XIV e uma torre de vigia. Com o terramoto de 1755 esta sofreu uma destruição maciça, o que levou a uma alteração enorme na sua estrutura, sob a  alçada do arquitecto Manuel Caetano de Sousa, em 1784.

Igreja Nossa Senhora da Encarnação

Bem perto destas duas belas igrejas encontramos o emblemático café "A Brasileira", fundado a 19 de Novembro de 1905 e localizado na Rua Garret. Este histórico local era palco de inúmeras tertúlias artísticas e literárias, frequentadas por nomes sonantes da história do nosso país. Fernando Pessoa era um dos seus mais assíduos clientes e em sua homenagem podemos encontrar uma estátua de bronze, representando-o sentado na esplanada.

O "nosso" Fernando Pessoa e eu

Depois da fotografia da praxe com o ilustre escritor Fernando Pessoa, decidimos ir até ao Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, ou simplesmente Museu do Chiado. Fundado em 1911, foi mais tarde, em 1994, reconstruído sob a alçada do arquitecto Jean-Michel Willmotte. Aqui podemos encontrar uma magnífica exposição de arte portuguesa de 1850 até à actualidade, assim como algumas exposições temporárias.

Museu do Chiado
Escultura

Depois de visitarmos o Museu do Chiado decidimos seguir em direcção à Baixa Pombalina (o seu nome surge pois foi edificada a mando do Marquês de Pombal), que mais não é que a zona entre o Terreiro do Paço, o Rossio, a Praça da Figueira, o Cais do Sodré, o Chiado, o Carmo, a Sé e o Castelo de São Jorge.

Começámos a nossa visita no Terreiro do Paço, também conhecida como Praça do Comércio. Esta é uma das maiores Praças da Europa e actualmente é ocupada essencialmente por ministérios e departamentos do Governo. Bem no centro desta pudemos encontrar a monumental estátua equestre de D. José I, esculpida pelo principal escultor português do século XVIII, Joaquim Machado de Castro.

Terreiro do Paço
Estátua de D.José I

Uma das zonas mais bonitas e que mais chama a atenção nesta praça é o magnífico Arco Triunfal (o que vemos actualmente data de 1873), projecto do arquitecto Veríssimo José da Costa e que possui também esculturas de Célestin Anatole Calmels e de Víctor Bastos. As esculturas da parte superior do Arco (de Calmels) representam a Glória, coroando o Génio e o Valor, as da parte inferior do arco (de Bastos) representam Nuno Álvares Pereira, Viriato, Vasco da Gama e o Marquês de Pombal. Na parte lateral esquerda temos representado o rio Tejo, enquanto na lateral direita o rio Douro, ambos da autoria do escultor Vítor Bastos. Quem quiser pode subir ao miradouro existente no topo do Arco.

Arco Triunfal visto do Terreiro do Paço
Terreiro do Paço visto da Rua Augusta

Ao passearmos na Rua Augusta encontrámos a recém aberta Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau e decidimos que seria uma boa altura para parar um pouco, para descansar e aproveitar para almoçar (pode ver a nossa opinião sobre o local aqui). 
Depois da barriga reconfortada (nossa e a da nossa bebé) decidimos ir até ao Elevador de Santa Justa. Construído em 1902 pelo engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, tinha o intuito de facilitar a circulação entre o Rossio e o Largo do Carmo. Inicialmente funcionava a vapor, mas em 1907 passou a trabalhar a energia eléctrica, sendo o único elevador vertical na cidade a prestar um serviço público. Actualmente,faz as delícias dos turistas, quer pelo seu design neogótico, quer pelas magníficas paisagens obtidas bem no seu topo.
O único senão é que quando fomos andar no elevador uma das cabines (são duas no total) estava em manutenção, o que nos fez ficar um longo tempo à espera da nossa vez.

Elevador Santa Justa

Logo depois de subirmos no elevador, decidimos ir até ao miradouro existente no topo do mesmo, mas tivemos que ir à vez pois era impossível subir com o carrinho do bebé. A paisagem que vislumbramos lá do alto é absolutamente inesquecível, é daqueles locais onde temos mesmo que ir.

Praça do Rossio vista do miradouro
Rua Augusta vista do miradouro
Castelo de São Jorge visto do miradouro

Depois de deslumbrados com a paisagem decidimos seguir o nosso percurso em direcção à Praça do Rossio. Para tal, passámos pelo Largo do Carmo e vimos o Convento do Carmo, um antigo convento da Ordem das Carmelitas da Antiga Observância e que foi a principal igreja católica da cidade. Com o terramoto de 1755, ficou parcialmente destruído sendo actualmente, um conjunto de ruínas, que alberga o Museu Arqueológico do Carmo.

Ruínas do Convento do Carmo

Chegámos depois ao Rossio ou Praça D.Pedro IV, uma das praças mais bonitas da cidade sendo constituída por uma panóplia de locais de interesse. Nomeadamente, o Teatro Nacional D. Maria II, a estátua de D. Pedro IV, com as suas quatro figuras femininas que representam a Justiça, a Sabedoria, a Força e a Temperança ou ainda as duas fontes gémeas, feitas de bronze e com uma beleza arquitectónica única.

Uma das Fontes Gémeas da Praça
Estátua D.Pedro IV

Depois de muito caminhar e dadas as temperaturas altas que se faziam sentir decidimos que estava na altura de regressar ao hotel, até porque a nossa menina começava a mostrar sinais de alguma impaciência. Aproveitámos então para descansar e assim recarregar baterias para o dia seguinte.

Não percam o nosso roteiro do 2º e 3º dia.

Espero que tenham gostado :) .



sábado, 18 de julho de 2015

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau

A Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau é um novo espaço na baixa lisboeta, trazendo um novo conceito ao famoso Pastel de Bacalhau. Esta casa pretende aliar dois sabores tradicionais portugueses, o pastel de bacalhau e o queijo da serra que simbolicamente representam a terra e o mar (duas tradições históricas do nosso país). O espaço, localizado na famosa Rua Augusta encontra-se aberto todos os dias das 10h às 20h e faz as delícias dos turistas que por ali passam.



Quando visitamos o espaço é possível vermos os funcionários a prepararem o Pastel de Bacalhau através de uma vitrina, deixando que quem passa os fotografe, se assim o entender.
O Pastel de Bacalhau com Queijo da Serra tem o preço de 3,45€, mas se comer um Pastel de Bacalhau Simples o preço mantém-se (na minha opinião o valor é bem puxado para o que encontramos, principalmente no Pastel de Bacalhau Simples). O serviço é de pré-pagamento e sem serviço de mesas, mas até é bastante rápido.

Fachada do edifício


Na minha modesta opinião o Pastel de Bacalhau Simples torna-se bastante maçudo sendo difícil comê-lo na totalidade, em contrapartida o Pastel de Bacalhau com Queijo da Serra é absolutamente delicioso ( só tenha cuidado porque se o Pastel estiver quente corre o risco de se queimar com o queijo).
E enquanto saboreamos o Pastel de Bacalhau vamos ouvindo a música mais portuguesa que há, o Fado. Isto se conseguirmos arranjar uma mesa, pois o espaço é bastante pequeno e existem muito poucas mesas disponíveis dentro do edifício. Existe ainda uma esplanada, mas no dia que visitei o local o calor era imenso e só havia mesas ao sol disponíveis. 

Pastel de Bacalhau com Queijo da Serra

Mas não é só a gastronomia que torna esta casa única, a sua decoração é bastante interessante e também ela representa o melhor de Portugal, através de vários elementos decorativos e obras de arte de vários autores famosos como Júlio Pomar, Paula Rego e Vieira da Silva, entre outros.

Pormenor de Decoração

Livro de Carlos Bento da Maia
Várias Ilustrações de Júlio Pomar

Este é sem dúvida um espaço que vale a pena ser visitado pelo seu conceito e acima de tudo por ser um espaço tão português e único.  Assim se estiver pela bonita cidade de Lisboa não deixe de passar por ali e experimentar os tão famosos pastéis.

Espero que tenham gostado :)


segunda-feira, 6 de julho de 2015

O que trazer de recordações de uma viagem

O que trazer de recordações de uma viagem


Viajar é absolutamente fantástico....Para além de toda a preparação que leva (algo que adoro fazer) puder, quando regressamos a casa, recordar a viagem, o local, a cultura, as pessoas é algo absolutamente maravilhoso. E para puder manter as memórias de cada local, passamos a viagem (pelo menos eu passo) em busca de recordações únicas, pois são essas recordações que nos fazem lembrar de tudo o que ficou registado na nossa memória.

Muitas vezes não sabemos exactamente o que trazer de viagem e ficamos na dúvida se devemos trazer algo que nos seja útil ou então aquelas coisas "inúteis" mas tão mimosas. Eu sou daquelas pessoas que traz de tudo um pouco, se por um lado colecciono imans, postais, moedas e ainda todos os tickets de transportes ou entradas em museus, dos locais que visito, por outro procuro trazer artigos típicos de cada local para decorar a minha casa. Neste momento, tenho duas paredes de minha casa, que são os meus locais de memória e tenho projectado um móvel para puder colocar ao restantes artigos.

Parede com as minhas Máscaras de Veneza e Nápoles
Quadros de pinturas de algumas cidades
Máscara de Nápoles

Ah e há uma outra coisa que não posso deixar de trazer, carradas de fotos, que registam tudo o que vou vendo e fazendo e que posteriormente transformo em álbuns magníficos com todos os momentos inesquecíveis e únicos.

O que trazer:
- Imans - os imans do frigorífico são uma das minhas paixões de lembranças de viagem. Assim que chego a um local começo logo a procurar este tipo de artigos para decorar o meu frigorífico. E normalmente é algo que trago também para oferecer a família e amigos.

Parte dos meus Imans

- Postais - um dos artigos que colecciono desde que sou bem pequena são postais (já tenho algumas centenas), adoro trazer imagens fantásticas de cada lugar e fazer pequenos álbuns. E tenho por hábito quando algum familiar ou amigo viaja, de pedir que me tragam postais desses locais.

Parte dos meus postais

- Moedas - Outra das coisas que trago de viagem são moedas comemorativas dos locais que visito (por culpa do meu marido, que faz colecção de moedas). O único senão deste tipo de lembranças é que não existe em todos os locais. Mas onde há é certo que tenho que trazer para a nossa colecção.

Parte das minhas moedas

- Tickets - Uma mania minha é guardar tudo o que é tickets, quer seja de transporte, museus, restaurantes, hotéis. Como tenho por hábito fazer diários de viagens, normalmente colo estes tickets nesses diários.

Parte dos meus tickets

- Fotos e álbuns - uma das minhas paixões da vida é a fotografia e normalmente quando visito um local venho carregada de milhares de fotos (sim milhares...) e assim que chego a Portugal, faço os meus próprios álbuns através do site da Hoffman e mando imprimir. Sou completamente apaixonada por este site, adoro a qualidade, o preço, o tempo de envio, etc... Caso não conheçam podem sempre aceder ao site aqui.
Outras vez mando fazer quadros e telas para decorar a minha casa.

Foto de Santorini
Alguns dos meus álbuns de viagem

- Itens de papelaria - muitos vezes trago também artigos de papelaria, uma coisa que adoro mas que depois tenho pena de usar. Mas realmente a ideia é que sirva de recordação, logo também não vem mal ao mundo por não usar :) .

Alguns items de papelaria

- Livros - outro artigo que gosto de trazer dos locais que visito, são livros, onde posso ver a diferença entre o passado e a actualidade e onde posso saber um pouco mais sobre cada um dos locais.

Artigos de decoração e alguns livros

- Artigos típicos dos locais - Uma das coisas em que mais gasto dinheiro quando viajo são artigos típicos de cada local, para servir de decoração. Como já referi anteriormente tenho duas paredes em casa onde vou colocando alguns dos artigos e outros vão estando arrumados, por enquanto, pois pretendo fazer um armário que servirá para expor todos os artigos. Dentro desses artigos tenho um candeeiro e uma gaiola da Tunísia, várias máscaras de Veneza, um sino da Genebra, algumas pinturas de Santorini e Mykonos, as velas de Dubrovnik, entre muitos outros.

Mais artigos


Das nossas viagens, o que guardamos de mais precioso são as recordações de todos os momentos e experiências que vivemos, quer sejam boas ou más e muitas vezes para ajudar a nossa memória a recordar esses momentos temos que recorrer às lembranças que vamos comprando em cada local por onde passamos. E estes são os artigos que geralmente compro.

E vocês o que trazem das vossas viagens?

Espero que tenham gostado deste artigo :)