domingo, 14 de maio de 2017

Descobrir dois Mercados de Londres

Descobrir os Mercados de Londres

Durante a nossa estadia na bela cidade de Londres tivemos a possibilidade de visitar dois mercados de rua bem interessantes e únicos. 

Borough Market
O Borough Market é um belo mercado dedicado em exclusivo à comida e bebida, sendo um dos maiores e mais antigos mercados de Londres. Este é um local único, que funciona desde 1014, quando um grupo de comerciantes locais, se uniu e começou a comercializar os seus produtos, naquela que é actualmente a Borough High Street.



Apesar do seu crescimento ao longo dos séculos, o Parlamento Britânico, no séc. XIII, decidiu que o mercado deveria ser fechado, levando a que os comerciantes se unissem e comprassem o terreno, onde actualmente o mesmo se encontra.


Hoje em dia é possível encontrar mais de 100 stands de comida, de todas as zonas do mundo, que nos proporciona uma experiência gastronómica única. Mas aqui também é possível encontrar barraquinhas a vender legumes, frutas, queijos e outros produtos, para levar para cozinhar em casa. Em Borough Market somos inundados com inúmeros aromas e imagens, que nos aguçam os sentidos e nos despertam para o frenesim diário que aqui se vive.
Apesar de toda a atmosfera envolvente que aqui se vive, o que primeiro me chamou a atenção foi o facto deste belo mercado se encontrar por baixo de um viaduto de comboios, conferindo um ambiente verdadeiramente inesquecível.



Um detalhe peculiar é que apesar de ser um espaço para comer, não existem mesas no local, levando a que as pessoas comprem o que desejam e comam, enquanto andam a deambular pelo mercado, ou procurem um local fora dali para se sentar.


Este é um local que tem que visitar quando for a Londres, quer por ser um programa diferente, quer por ter a possibilidade de experimentar comidas incríveis e diferentes ou poder comprar ingredientes frescos para cozinhar em casa.




Convent Garden
A Praça de Covent Garden é a mais antiga praça coberta de Londres e uma das mais atraentes da Europa. Inaugurada em 1630, foi durante cerca de 300 anos, um mercado de frutas, legumes e flores. Mas em 1980, os belos pavilhões vitorianos, com os telhados de ferro e vidro, de estilo neoclássico, tornaram-se numa vibrante e moderna praça de mercado, com vários cafés, bares e lojas. Este belo local é constantemente animado com as inúmeras apresentações de artistas de rua, desde acrobatas, mágicos, músicos, actores de teatro e cantores de ópera.



O espaço é composto por três mercados distintos, formados pelas tradicionais barracas de artesanato. A mais famosa é a Apple Market, na zona norte, onde se vendem essencialmente antiguidades, peças de artesanato e jóias, entre outros. Segue-se o East Colonnade Market, onde é possível encontrar jóias, sabonetes, bolsas, obras de arte, entre outros. E por fim o pequeno Jubille Market, na zona sul, onde se pode encontrar roupa, cestos de flores, entre outros.



Um dos locais mais badalados deste mercado é o restaurante Jamie's Italian, do famoso chef Jamie Oliver. Mas existem muitos mais espaços a explorar nesta encantadora praça, projectada por Inigo Jones, por isso não deixe de vir e visitar.



Vários são os mercados de Londres que merecem ser visitados, pois são aquelas atracções gratuitas, que conseguem superar de longe algumas das mais caras atracções da cidade, quer pela sua diversidade cultural, quer pela oferta de produtos de óptima qualidade, quer simplesmente pelo ambiente mágico e frenético que aí se vive.

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terça-feira, 2 de maio de 2017

Descobrir a Catedral de Southwark

Descobrir a Catedral de Southwark

A Catedral e Igreja Colegial de São Salvador e Santa Maria Overie é um bonito templo localizado na margem sul do rio Tamisa, bem perto da London Bridge. A primeira referência escrita à igreja surge em 1086, mas acredita-se que a mesma possa ter surgido séculos antes.

Catedral de Southwark

Em 1106 a igreja foi "refundada" por dois cavaleiros normandos e o Bispo de Winchester como um convento, cujos membros viviam pela regra de Santo Agostinho de Hippo. A igreja foi dedicada a Santa Maria e tornou-se mais tarde conhecida como Santa Maria Overie, "sobre o rio". Os Cânones Agostinianos criaram um hospital ao lado da igreja, que foi o antecessor directo do actual Hospital St Thomas's em frente às Casas do Parlamento.

Torre da Catedral
Na dissolução dos mosteiros em 1539, os últimos seis cânones reformaram-se, mas continuaram a viver em edifícios a norte da igreja. A própria igreja foi alugada à congregação por Henrique VIII. 
Em 1611, cansados de alugar a sua igreja para o culto, um grupo de mercadores da congregação, conhecidos como os "Negociadores", compraram a igreja ao Rei James I. Mas só em 1905, com a criação da diocese de Southwark, esta se tornou na Catedral de Southwark, igreja matriz da Diocese Anglicana de Southwark.

Porta da Entrada Sul da Catedral

O interior da Catedral de Southwark é bastante bonito e adornado com imensos memoriais, esculturas e vitrais de uma beleza ímpar. Um dos espaços mais conhecidos é a Capela de Harvard e o tabernáculo de Pugin. A capela comemora o principal benfeitor da Universidade de Harvard, que foi batizado em São. Salvador, em 1607. O vitral foi dado pelo embaixador dos EUA Joseph Choate, em 1905. Descrevendo o batismo de Cristo, foi projetado pelo artista americano John La Farge, um colega de Louis Tiffany. A capela também abriga um tabernáculo projetado por Augustus Pugin em 1851.
A Nave foi re-construída em 1895, num projecto de Sir Arthur Blomfield. Um desses belos vitrais é a janela projectada por Henry Holiday, a West End, onde estão representadas as cenas da Criação.

A bela West End

A Nave

Uma das mais belas peças desta Catedral é a sua fonte. A vida cristã começa com o batismo e como tal, em qualquer templo cristão existe uma pia batismal, onde ocorrem os batismos. Este belo exemplar encontra-se entre as entradas norte e sul da Catedral.

A Fonte da Catedral
Iniciando a visita pelo corredor norte a primeira grande atracção que encontramos é o Mapa de Oração do Zimbábue. Existem cinco dioceses anglicanas mo Zimbábue e cada uma das três áreas episcopais da diocese de Southwark estão ligadas a três dessas dioceses anglicanas no Zimbábue. 

Mapa de Oração de Zimbábue
Segue-se o Túmulo de John Gower, um conhecido poeta, amigo intimo de Geoffrey Chaucer (pai da literatura inglesa) e poeta da corte de Richard II e Henry IV.
Este é um túmulo medieval, onde é possível ver uma efígie reclinada de Gower, com a cabeça apoiada na cópia de 3 das suas maiores obras, que são unidas por temas morais e políticos. A mais conhecida terá sido o Confessio Amantis, uma coleção de histórias de amor, incluindo uma sobre Péricles de Tiro, mas Speculum Meditantis, um tratado filosófico e Vox Clamantis, uma sátira política, não lhe terão ficado atrás.

Túmulo de John Groer

Seguindo a visita à Catedral chegamos ao Altar e bem por cima deste encontra-se uma tela magnífica, erguida pelo bispo Fox de Winchester, em 1520. A sua aparência actual, apresenta várias esculturas, sendo semelhante ao objecto inicial, mas a maioria do detalhe é de períodos posteriores. As figuras representam santos e pessoas ligadas à história da Catedral de Southwark. Em 1930 foi acrescentado um novo painel dourado, mostrando os padres gregos e latinos da Igreja, inspirado num painel da Basílica de São Marcos, em Veneza.

Tela por cima do Altar

Uma das peças com maior significado da Catedral é o Nonsuch Chest, uma bela caixa embutida, feita por imigrantes alemães em Southwark. Esta foi dada à igreja em 1588 por Aldreman Hugh Offley. Anteriormente, este belo baú serviu para armazenar os registos paroquiais.

Continuando a visita é possível encontrar a Efígie de madeira de um cavaleiro, uma das únicas 94 efígies de madeira semelhantes em toda a Grã-Bretanha, tendo sido datada de 1280.
A sua identidade é desconhecida, mas acredita-se que seja um membro da família de Warenne, que tinha fortes ligações com a igreja neste momento.

A Efígie de Madeira do Cavaleiro

Bem próximo deste local é possível ver o Monumento a Humble, onde está retratado Alderman Richard Humble e as suas duas esposas, Elizabeth e Isabel. As efígies dos seus filhos estão retratados nos lados. Humble era um vereador da cidade e membro da Igreja.
Este é um belo exemplar do trabalho da "escola de Southwark", um grupo de escultores flamengos refugiados, que viveram e trabalharam na área.


Monumento a Humble

Nesta zona está também um monumento de estilo flamengo, onde está representado um ex-morador local, John Trehearne e a sua esposa. Ele foi um dos "Negociadores" que ajudou a comprar a igreja ao Rei James I.

Monumento a John Trehearne
Chega-se depois à zona do Retro-Coro, a parte mais antiga da Catedral que data do século XIII. Esta área foi utilizada como a zona privada do Bispo, não sendo parte integrante da igreja. Só mais tarde, em 1623 passou a fazer parte do templo. Actualmente, é composta por quatro capelas dedicadas a Santo André, São Cristóvão, a Virgem Maria e São Francisco e Isabel da Hungria.

Retro-Coro com a Capela da Virgem Maria ao fundo

Na Capela de Santo André são comemorados aqueles que vivem e morrem sob a sombra do HIV. Esta é uma preocupação muito contemporânea para uma doença que afeta grandes grupos de homens, mulheres e crianças em todo o mundo, particularmente na África. Uma pequena cerimónia é realizada para eles todos os sábados às 9h15.

Capela de Santo André
A Capela de São Cristovão foi concebida como uma capela para crianças. O painel pintado atrás do altar inclui borboletas, símbolos da ressurreição e almas humanas.

Capela de São Cristovão

A Capela da Virgem Maria é dedicada à mãe de Jesus. Já a Capela de São Francisco e Isabel de Hungria é dedicada a estes dois santos que eram conhecidos pela sua preocupação com os pobres, sendo um local onde os empregados da área social são comemorados.

Capela de São Francisco e Isabel da Hungria

Continuando a visita pelo corredor sul a partir do Retro-Coro encontramos o Túmulo do Bispo Lancelot Andrews, um grande pregador do século XVII. A parte original do túmulo, a efígie de Andrews e a crista no lado norte, é da autoria de um refugiado flamengo, Gerard Johnson. No túmulo Andrews aparece vestindo o manto da Ordem da Jarreteira e carregando um pequeno livro, que parece representar as suas Preces Privatae, uma colecção de orações que ele compôs e que ainda hoje são utilizadas.

Túmulo do Bispo Lancelot Andrews

Segue-se o órgão da catedral, construído por Lewis e Co., 1897. Thomas Christopher Lewis, fundador da companhia, era um nome reconhecido para a construção de instrumentos que tinham um tom brilhante e vibrante. Este permaneceu intocável até 1952, altura em que Henry Willis e Son, fizeram uma grande alteração, principalmente ao nível do som e transferiram-no de local.
Mas alguns anos após a reconstrução foi decidido que o órgão deveria voltar às especificações do conceito original, uma vez que as alterações de Willis tinham modificado significativamente o som do instrumento.

Órgão da Catedral

No transepto sul, construído no início do séc. XV, é possível ver vários monumentos de interesse e que captam a atenção de qualquer um. Um dos mais imponentes é o de Joyce, Lady Clerke, mandado erguer pelo seu marido, William, um conhecido advogado local e poeta. Este foi projectado por Nicholas Stone, um proeminente escultor do séc. XVII.
Outro dos monumentos deste local, comemora o médico Lionel Lockyer, famoso pelos seus comprimidos milagrosos.
O monumento Bliss é um monumento típico do séc. XVIII, que pretende comemorar Richard Bliss, um membro da Sacristia de São Salvador.

Parede do transepto sul com vários monumentos
comemorativos

O Memorial a Shakespeare, foi esculpido por Henry McCarthy, em 1912, e mostra uma figura de alabastro reclinada do actor e escritor. Há ainda uma bela janela, projectada por Christopher Webb, que mostra várias personagens das peças do escritor.
O irmão de William, Edmund está aqui enterrado embora não se saiba ao certo onde.

Memorial a Shakespeare

Continuando a visita somos levado a sair pela porta sul, que nos leva para as traseiras da Catedral e onde é possível ver o Memorial a Mahomet Weyonomon, inaugurado em 2006, pela Rainha e pelo Duque de Edimburgo. Este é um belo pedragulho de granito, esculpido por Peter Randall Page.
Mahomet Weyonomon era um chefe de Mohegan que veio a Inglaterra em 1735 para requisitar o rei George II para recuperar terras ancestrais tomadas pelos colonos em Connecticut. Weyonomon morreu de varíola antes que seu caso pudesse ser ouvido. Como era estrangeiro, não podia ser enterrado na cidade e assim foi enterrado em uma sepultura não localizada no quintal da Catedral.

Memorial a Mahomet Weyonomon
E termina assim a visita a uma bela Catedral, escondida do outro lado do Rio Tamisa e que por isso pode passar um pouco despercebida a quem visita Londres. Contudo, vale a pena o desvio da zona mais turística da cidade para ver este belo exemplar religioso.

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Gastronomia do Mundo - Santorini

Gastronomia do Mundo - Santorini

Hoje inicia uma nova série de artigos no blog, desta vez dedicados aos pratos típicos dos locais que vou visitando. Para primeiro artigo decidi falar de um local que amo e de uma cozinha pela qual me apaixonei, a cozinha grega.

A culinária grega é uma cozinha tipicamente mediterrânica, conhecida por utilizar ingredientes naturais, e frescos, sendo uma das cozinhas mais saudáveis do mundo. E a culinária de Santorini não foge a estes pressupostos.
A gastronomia de Santorini é caracterizada por uma grande variedade de sabores e de cores e o azeite é uma das presenças essenciais dos principais pratos da região, nomeadamente da Moussaka, o prato de que hoje falarei.


Foto - Jono and Jules do Food and Wine

Este magnífico prato é muito semelhante a uma lasanha, mas com algumas alterações nos ingredientes. Ou seja, este é um prato composto essencialmente por carne de cordeiro moída, beringela e tomate.

Para confeccionar este magnifico prato tem que cortar a beringela às fatias, pincelar com azeite e colocar no forno e deixar assar. Enquanto isso aqueça azeite numa frigideira e refogue as cebolas até ficarem douradas. Adicione o alho e deixe saltear, logo a seguir junte a carne picada e frite por cerca de 5-10 minutos. Tempere com canela e adicione o puré de tomate e salsa. Mexa bem e adicione o vinho e deixe cozinhar.

Enquanto a carne cozinha vá preparando o bechamel, coloque a cebola, louro e leite numa panela pequena e deixe entrar em ebulição. Reserve. Numa outra panela junte farinha a manteiga já derretida e mexa suavemente e deixe ferver. Adicione meia chávena do preparado anterior e bata até obter uma mistura espessa, adicione mais leite e repita. Deixe cozinhar lentamente e vá mexendo adicionando também um pouco de noz moscada.

Quando o molho estiver pronto vá colocando camadas alternadas de beringela e carne numa travessa, terminando com uma camada de beringela. Coloque uma camada grossa do molho bechamel sobre o topo. Se gostar polvilhe um pouco de parmesão ralado e coloque no forno por cerca de 45 minutos.
Para ver a receita completa aceda aqui.

Mas Santorini não é só conhecido pela sua magnifica gastronomia, mas também pelos seus vinhos, mundialmente famosos e que acompanham qualquer refeição de forma magnífica. Logo se estiver em Santorini não deixe de acompanhar a sua refeição com um Santorini Assyrtiko ou Santorini Nykteri.

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sábado, 22 de abril de 2017

Descobrir o Museu de História Natural

Descobrir o Museu de História Natural

O Museu de História Natural de Londres é uma das principais atracções da cidade e ainda por cima a entrada é gratuita. 
Este belo museu foi fundado em 1881 e para além de uma magnífica colecção de dinossauros é ainda possível ver colecções de Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia. É extremamente interactivo sendo o local ideal para um passeio em família. Os nossos sentidos ficam logo dispersos quando chegamos ao local, uma vez que o museu está instalado num dos edifícios mais bonitos que vi, em Londres. 

Edifício onde está sediado o Museu de História Natural

Inicialmente era um departamento do Museu Britânico, mas em 1963, passou a ser um museu autónomo. A colecção inicial, de plantas secas e esqueletos de animais e humanos, pertencia ao Dr. Sir Hans Sloane, que decidiu vendê-la ao governo britânico, mas ao longo das décadas vários espécimes foram desaparecendo, muito em parte devido à falta de conhecimento para a sua conservação e só mais tarde, quando o paleontologista Richard Owen, passou a estar à frente do departamento, é que realmente se passou a dar valor e a explorar o potencial deste espólio.

Zona envolvente

Actualmente, o espaço é dividido em galerias caracterizadas com diferentes cores, vermelha, verde, azul e laranja.

Pátio do Museu de História Natural

A zona vermelha é uma galeria temática, que gira em torno da história da mudança da terra. Aqui é possível ver várias exposições com vários temas, nomeadamente, o Laboratório da Terra, os Tesouros da Terra, os Vulcões e os Terramotos, entre outros. Nesta última exposição é possível ver várias filmagens dramáticas, exposições, jogos interactivos e ainda um espectacular simulador de terramotos.

O Globo giratório

Área da Zona Vermelha

Já na zona verde é possível seguir a evolução do nosso planeta e descobrir as fascinantes relações entre as diferentes formas de vida e os seus ambientes. Aqui é possível ver várias galerias mostrando Aves, bichos rastejantes, répteis marinhos, minerais, e talvez a zona mais famosa Hintze Hall. 

Uma das vitrines da Zona Verde

Conhecido anteriormente, como Salão Central, a Hintze Hall é a porta de entrada para as diferentes exposições e Galerias e onde é possível ver um magnífico esqueleto do Diplodocus, o famoso Dippy, que em Janeiro de 2017, será retirado do local e fará um tournée por todo o Reino Unido

O esqueleto do Diplodocus

Segue-se a zona azul com as galerias dos peixes, anfíbios e répteis, dos mamíferos e da Biologia Humana. É também aqui que se encontram expostos os esqueletos de vários dinossauros, assim como ovos fossilizados e ainda o T.Rex animado, em tamanho real, que se move e ruge, fazendo a delícia dos mais pequenos.

Esqueleto de um dinossauro
T.Rex animado

Por fim, temos a zona laranja, onde está situado o Wildlife Garden e o Darwin Centre. No primeiro é possível explorar a natureza, num paraíso traquilo de plantas e animais. Este é o lar de milhares de espécies da flora e fauna britânica. No segundo, é possível explorar a ciência e conhecer centenas de espécimes do Museu, entre os quais estão besouros e borboletas e tarântulas.
Durante o Inverno, é possível encontrar do lado de fora do Museu, uma das melhores pistas de patinagem no gelo de Londres.

Pista de Patinagem

Este é sem dúvida um dos museus mais bonitos e interessantes que já visitei. Espero que possa ter despertado a vossa curiosidade e que numa viagem a Londres não deixem de visitar este belo local.

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